Construindo uma trajetória de sucesso
Desde 1969, excelência em balanceamento dinâmico.
1969 - O início de uma história de sucesso
Em 1969, Shiguer Shimabuku e Tokuso Higa
fundam a Retsam freio a disco e balanceamento
de virabrequim (ou girabrequim ao modo da
época).
Shiguer era estudante da primeira turma do
curso de Engenharia do Instituto Mauá de
Tecnologia.
Já havia tido contato com a engenharia atuando
na Volkswagen do Brasil e anos mais tarde, já
formado, intensificou as pesquisas no campo do
balanceamento dinâmico, com o objetivo de
oferecer serviços diferenciados e excelência.
O endereço era a Rua Teresina, no bairro da
Moóca em São Paulo, capital.
Tokuso Higa era mecânico de automóveis
e entusiasta do assunto, era a parceria perfeita
para o começo de uma trajetória de muito
trabalho, estudos e pesquisas sobre as melhores
técnicas da época para freios a disco e
virabrequim.
O freio a disco
Para aprimorar os sistemas de frenagem, em meados de 1890 foi idealizado o freio a disco, mas só em 1898, umas das primeiras versões foram utilizadas pelo inventor norte americano Elmer Ambrose Sperry num carro elétrico onde a pastilha era forçada contra o disco por meio
eletromagnético. Tendo seu inicialmente montados na fabricante de carros compactos Crosley Corporation no ano de 1948.
Os carros ingleses e franceses começaram a serem produzidos com discos de freio em escala industrial nos anos de 1950 e os americanos em 1960.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Freio_a_disco
Virabrequim, perspectiva histórica
Embora hoje possa ser considerado como um dos principais componentes do motor de
combustão interna, não foi assim nos tempos pioneiros do desenvolvimento do motor. O motor
atmosférico desenvolvido por Nikolaus August Otto e exibido na exposição de Paris em 1867 não
tinha virabrequim, mas sim engrenagem localizada entre o pistão e o volante do motor. Entretanto,
com o desenvolvimento do motor de 4 tempos, esta solução foi substituída em 1876 por
virabrequim e biela (GERLACH, 2005).
A história subseqüente do virabrequim é muito próxima ao advento e o aumento da aceitação
do motor de combustão interna.
Fonte: http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/263509/1/Rodrigues_AlexdeSouza_M.pdf
A Fórmula Ford
Bons tempos da Fórmula Ford, a categoria mais longeva do país, uma vez que sobreviveu de 1971 a 1996, ano em que infelizmente a montadora do oval azul encerrou a trajetória do campeonato por terras tupiniquins.
Desde a estreia em 12 de setembro no circuito gaúcho de Tarumã até a derradeira prova em 13 de outubro de 1996 no Autódromo Internacional de Curitiba, a categoria teve mais de 200 provas pelo país afora. A Fórmula Ford começou baseada no certame inglês – até os gabaritos dos primeiros carros eram copiados do chassi Merlyn que disputou o Torneio BUA em 1970 – e sobreviveu às mais diferentes mudanças de regulamento esportivo e técnico.
Fonte: http://rodrigomattar.grandepremio.uol.com.br/tag/formula-ford/
A Fórmula Super Vê
No Brasil a categoria começou a se difundir no final da década de 1960, sendo conhecida por Fórmula Vê.
A primeira temporada foi disputada no ano de 1967, encerrando o ano com em evento especial, os 500 km de Interlagos. Nos anos seguintes a categoria enfrentou dificuldades, visto que o Autódromo de Interlagos foi fechado para reformas que duraram até 1970, sendo as corridas realizadas em sua maioria no Rio de Janeiro. Assim, a competição ganhou status de categoria regional, perdendo muitos apoios, inclusive da VW, e logo foi extinta.
Em 1974, surge a Fórmula Super-Vê, contando com um forte apoio da VW, essa categoria teve grande sucesso, o que viabilizou também o retorno da Fórmula Vê em 1975, como categoria de acesso. A perda do apoio da montadora em 1981 colocou um novo fim à categoria.
Em 2011, depois de 30 anos de ausência, a categoria foi re-criada pelo engenheiro Roberto Zulito, com corridas realizadas dentro do Campeonato Paulista de Automobilismo.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3rmula_Vee
A Fórmula Super Vê revelou nomes como Nelson Piquet e Alfredo Guaraná.
“Nelson Piquet e a Fórmula Super Vê estrearam simultaneamente, no ano de 1974.
O tricampeão mundial de Fórmula 1 era, na época, um graxeiro de marca maior, tanto que era conhecido pelos
apelidos nada ortodoxos de Sujeira e Pobreza”.
http://rodrigomattar.grandepremio.uol.com.br/tag/formula-super-ve/
A Fórmula Super Vê
“RIO DE JANEIRO, 26 DE MARÇO DE 2017 – Luto no automobilismo brasileiro: morreu hoje pela manhã em São Paulo, aos 64 anos de idade, o querido Alfredo Guaraná Menezes, um dos maiores pilotos do país em todos os tempos, maior rival de Nelson Piquet por estas terras e integrante da histórica participação nas 24h de Le Mans de 1978. Após uma longa batalha contra problemas de fígado, ele não resistiu e se foi às 11h30 no Hospital das Clínicas.
Forjado nas provas da Divisão 3, guiando primeiro os lendários Fuscas da Autozoom e depois da Gledson, em carros preparados por Amador Pedro, Guaraná passou aos monopostos em 1974, no ano de criação da Fórmula Super Vê.
http://rodrigomattar.grandepremio.uol.com.br/2017/03/alfredo-guarana-menezes-1952-2017/
Osasco
Na sede atual, em Osasco, são 20 anos de existência.
Serviços aprimorados, máquinas de
balancear Schenck, clientes conquistados, entre eles empresas de grande destaque como
Petrobrás, Linde, Air liquide entre outras.
A escolha da cidade de Osasco como sede se deu por questões estratégicas, a empresa fica a beira das rodovias mais importantes do Estado de São Paulo e do Rodoanel. Osasco ainda é um dos dos polos industriais mais importantes do Brasil.
Iniciava-se um movimento de mudança de gestão da empresa. Os sucessores eram preparados para assumir postos de direção nos anos seguintes, e foi o que aconteceu...
A formação da equipe Retsam
“Aprimoramento da técnica, estudo e prática, elementos
decisivos para a evolução do
serviço de balanceamento.”
Valter Higa
Em 1976, Valter Higa, então estudante do colegial, passa a fazer parte do time do chão de fábrica.
A prática profissional foi essencial para a decisão do curso que escolhera, engenharia industrial mecânica.
Formado em 1982, reforçava-se o time de engenheiros especialistas em balanceamento.
Neste ano, a Retsam, já possuía em sua gama de serviços o BALANCEAMENTO INDUSTRIAL, e a atuação de Valter Higa foi essencial para a evolução da técnica do balanceamento e crescimento da carteira de clientes.
Em 1986 o jovem Helio Lopes, passa a integrar o time composto pelas feras da engenharia.
Ele não sabia que era só o começo de uma longa caminhada no mercado.
Nessa época, André Shimabuku, um garotinho de então 6 anos já andava pelo chão de fábrica e se deslumbrava com o trabalho feito nos veículos de competição da época.
A formação da equipe Retsam
“Naquela época,
era essencial a
implantação de
uma estratégia que
buscasse a
excelência. Somos
a primeira empresa
do segmento a
conquistar o ISO
9001 e isso nos
tornou
extremamente
competitivos no
mercado.”
André Shimabuku
Em 2001, André Shimabuku, assume a direção estratégica.
O jovem estudante trazia consigo conceitos novos sobre planejamento estratégico,
apreendidos no curso de Administração, mais tarde ainda cursou engenharia, primordial para que sua técnica em balanceamento dinâmico ganhasse embasamento teórico.
Era essencial nesse momento da empresa um especialista em estratégia de mercado, já que muitas mudanças aconteciam no cenário econômico e no próprio mercado de balanceamento industrial. André implantou uma série de processos que agregavam valor à marca, como ISO 9001 e processos de qualidade que fizeram a evolução da Retsam.
A formação da equipe Retsam
“A característica
essencial para
quem lida com
o cliente se chama
EMPATIA, se
colocar no lugar
dele é essencial
para gerar não só
bons negócios,
mas grandes
parcerias.”
Hélio Lopes
Na mesma ocasião e seguindo a tendência de departamentalização de áreas estratégicas, a Retsam ganhou a sua gerência comercial, sob a gestão de Hélio
Lopes, que já possuía conhecimento técnico suficiente para assumir a nova função, além de entender a carteira de clientes e o mercado de forma bastante aprofundada.
Era essencial que a diretoria comercial abrisse novos mercados e novas carteiras comerciais, e foi assim que aconteceu.
Ao mesmo tempo em que trabalhava “com as mãos na massa” para a evolução do departamento, Hélio buscava embasamento teórico e especialização por meio do curso de Administração de empresas.
A tradição do balanceamento de virabrequim
em motores de alta performance
Desde 1973 a Retsam prepara peças para motores que exigem alta performance.
Na sede de Cidade Monções, que hoje compreende o bairro dos arredores da estação Berrini da CPTM, a Retsam já realizava os serviços de balanceamento de freio a disco e virabrequim em carros de competição.
Stock Car
Anos 90, o piloto Adalberto Jardim , hoje piloto da Copa Truck, montava o seu Opala, com peças usadas de outras equipes.
O balanceamento de virabrequim era por conta da Retsam.
Foi vice-campeão brasileiro em 1993 e é o 5º maior vencedor da categoria, com 14 vitórias e igual número de poles positions.
Ganhou por 3 anos consecutivos o título de piloto mais combativo e mais leal.
Fonte:
http://www.adalbertojardim.com.br/historico/)
Detalhe para a foto autografada.
Mantendo a tradição, hoje são preparados os virabrequins do Opala 75 do piloto João Ometto Neto na Old Stock Race e os carros do piloto de arrancada Fabiano Maldonado.
Veículos de alta performance - Perspectiva atual
1ª Máquina de balanceamento Schenck
Valter Higa e a executivos da Schenck do Brasil na aquisição da primeira máquina de
balancear Schenck.







